Saúde e Bem-estar

Correr com a mente de meditação | Sakyong Mipham

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“As pessoas me perguntam sobre a relação entre mente e corpo e atualmente eu estou treinando para correr uma maratona. As pessoas pensam que é meio inusual que um lama tibetano faça exercícios, ainda mais correr uma maratona, e qual é a relação entre corpo e mente e entre correr e meditar.

Então para mim, não é tão surpreendente; quero dizer, acho que há uma tradição do corpo e mente e acho que no ocidente às vezes o corpo e a mente têm sido separados. Assim quando as pessoas pensam em meditação ou espiritualidade, acham que estão muito separados do corpo per se.

Mas da forma em que fui treinado e criado, e da forma como entendo esse tópico e meio que a experiência toda, é que na verdade estão unidas. Quando meditamos, por exemplo, mesmo na meditação sentada, é uma experiência do corpo inteiro. Uma experiência totalmente da mente. Leia o resto deste artigo »

Budismo, a Ortotanásia e a Eutanásia

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A ortotanásia é um termo para definir a morte natural, sem a interferência da ciência. É o contrário da distanásia, que é a prática de prolongar a vida através de meios artificiais. Um exemplo de ortotanásia é não manter um paciente ligado a um aparelho que prolongue a sua vida.

A eutanásia é o acto de terminar com a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista. Um exemplo de eutanásia é quando um tetraplégico decide pôr termo à sua vida com a sua morte a ser provocada de forma medicamente assistida.

Conheça neste post o que alguns mestres têm a dizer sobres estes assuntos.

Ortotanásia e distanásia

Trecho de: O Livro Tibetano da Vida e da Morte, de Sogyal Rinpoche. Apêndice 2: Questões sobre a morte. Editora: Prefácio Ano de Edição: 2001

“Em geral, há o perigo de um tratamento de apoio à vida que se limite a prolongar o processo da morte, vir a provocar desnecessários apegos, iras e frustrações no moribundo, em especial se não for esse o seu desejo. Os familiares que têm de enfrentar decisões difíceis, assustados com a responsabilidade de deixarem que o seu ente querido morra, deveriam reflectir se existe esperança real na recuperação, ou se a qualidade dos dias e horas finais desse ente podem ser mais importantes do que mantê-lo vivo. Para além disso, como na realidade nunca sabemos se a consciência ainda se encontra no corpo, podemos estar a condená-lo a um aprisionamento num corpo inútil.

Dilgo Khyentse Rinpoche disse: Leia o resto deste artigo »