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Começou a primavera, as Sakuras florescem e nos lembram da impermanência

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Em 2018 o Equinócio da Primavera ocorre no dia de hoje às 16h15min no Hemisfério Norte1, precisamente a hora em que este post foi publicado. Este instante marca o início da Primavera. No Hemisfério Sul, o Equinócio de Primavera acontece em Setembro.

Sakura1

A chegada da primavera é um evento tradicionalmente celebrado em todo o mundo, pois marca o fim do inverno, normalmente associado ao “mau tempo”, desconforto e época de escassez. Além disso, assinala o momento em que a natureza começa a “renascer” e, celebrasse a maior abundância que tradicionalmente advém dessa época.

No Japão, o inicio da Primavera marca também o inicio da floração da Sakura, a flor de cerejeira japonesa. A Sakura é um símbolo nacional japonês e tem sido um tema popular de poemas japoneses, arte, música e escrita desde a antiguidade.

A Sakura remete para Leia o resto deste artigo »

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[Vídeo] Bodhisattva in Metro

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Bodhisattva in Metro, também conhecido por Merci!, mostra o pouco que é necessário para fazer o bem, uma simples gargalhada pode alegrar muita gente. Um Bodhisattva é um ser iluminado que fez o voto de servir generosamente todos os seres vivos com bondade amorosa e compaixão para aliviar a dor e sofrimento. Esta curta foi realizada por Christine Rabette.

Consegue ver sem rir? 😀

Após a estreia dessa curta, várias pessoas reproduziram o mesmo, alguns desses vídeos podem ser encontrados na internet.

Veja também:

[Vídeo] Wabi-Sabi

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Wabi: Simplicidade, elegância discreta, frescor, quietude
Sabi: A beleza que vem com a impermanência

“Wabi-sabi representa uma abrangente visão de mundo japonesa, uma visão estética centrada na aceitação da transitoriedade e imperfeição. Esta concepção estética é muitas vezes descrita como a do belo que é “imperfeito, impermanente e incompleto”. Uma idealização artística desenvolvida por volta do século XV no Japão, durante o período Muromachi, com bases nos ideais do zen budismo. É um conceito derivado dos ensinamentos budistas das três marcas da existência, nomeadamente anicca (impermanência), as outras duas sendo dukkha (sofrimento) e anatta (não-eu).” (Wikipédia)

Confira também o vídeo Nature By Numbers, do mesmo autor do vídeo nesta publicação.

“Esqueça sua perfeita oferenda.
Há uma falha em tudo,
É assim que a luz entra.”
(Leonard Cohen, música “Anthem”)

Veja também:

O Deus criador, Deidades e Espíritos

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Qual a visão do budismo sobre Deus? Para ser possível responder a essa questão, há que definir primeiro o que se entende por Deus. Se definirmos Deus como algum tipo de realidade última, existem conceitos no budismo que poderão estar dentro dessa definição, tais como: Dhammakaya, Dharmadhatu, Tathagatagarbha, Buddhadhatu, Sunyata, Nibbana.

Se definirmos Deus como um demiurgo, omnisciente e omnipotente, não criado e imortal, criador e controlador de tudo o que existe, como o Deus bíblico, nesse caso será incompatível com o budismo. No entanto, a eventual existência de seres imateriais ou de matéria subtil, como deidades e espíritos, não é de todo incompatível com o budismo, embora seja algo a que não se atribui importância. Na cosmologia budista existem vários reinos ou planos de existência, costuma-se falar em 6 Reinos que podem ser subdivididos em 32.

Veremos de seguida o que alguns Professores do Dharma têm a dizer sobre o conceito de Deus criador, Deidades e Espíritos, e se os reinos devem ou não ser vistos apenas como metáforas para estados psicológicos.

O Deus criador

A Idéia de Deus e a Criação | K. Sri Dhammananda

Trecho do livro Boas Perguntas, Boas Respostas, de Bhante Shravasti Dhammika

Pergunta: Vocês Budistas acreditam em um Deus? Leia o resto deste artigo »

Projectos Maitreya | Mongólia e Índia

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1. Grand Maitreya Project | Mongólia

O Budismo Tibetano era praticado por uma grande maioria da população da Mongólia. Quando em 1925 foi instaurado o regime comunista, templos foram destruídos e o budismo foi reprimido. Em 1990 com a queda do regime e a liberdade estabelecida, começou um renascimento cultural e espiritual sem precedentes. E assim surge o complexo Grand Maitreya.

O complexo inclui uma estátua do Buda Maitreya com 54 metros conectada a uma stupa de 108 metros. Dentro da stupa estará um museu, centro educacional, sala de meditação, etc. O local da stupa também contará com templos internacionais que representam linhagens e tradições de diferentes partes do mundo. Maitreya representa a bondade amorosa e o futuro Buda. O projecto tem o apoio de S. S. o Dalai Lama.

Grand Maitreya está em construção e a primeira fase será finalizada brevemente.

O Projecto está incluido num outro de grandes dimensões: Maidar Ecocity. Trata-se de uma smart city, uma cidade inteligente, tecnologicamente desenvolvida, sustentável e Leia o resto deste artigo »

O que o Buda descobriu e qual a sua obra? (vídeo)

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O que o Buda descobriu?

Trecho do livro Superando a Ilusão do Eu, de Yogavacara Rahula Bhikkhu. Edições Casa do Dharma. 2ª Edição, São Paulo – 2011.

Buddhi, em sânscrito, significa o intelecto puro, a mente que está livre da influência condicionada das emoções, de forma que nela não se constroem observações nem deduções tendenciosas ou preconceituosas. A mente da maioria das pessoas funciona com todo tipo de preconceito e perversão, de maneira que todas as suas percepções e todos os seus pensamentos estão maculados e são condicionados a seguir padrões preestabelecidos. Desse modo, as pessoas nunca apreendem as coisas na sua verdadeira natureza. O poder e o alcance da mente permanecem limitados e confinados.

Buda, o Desperto, foi alguém que libertou sua faculdade intelectual de todas as distorções, levando-a ao maior grau de clareza possível. A partir disso, ele conseguiu desenvolver uma atenção aguçada e um insight penetrante sobre Leia o resto deste artigo »

Qual a importância de se ter um mestre ou professor? É essencial frequentar um centro ou um templo?

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Qual a importância de se ter um mestre espiritual? | Monja Coen Responde

Transcrição:

Eu tenho evitando muito essa palavra mestre, porque dá a impressão que a gente pega um ser humano e o coloca num pedestal, e ele é especial, tão especial, tão separado de mim, que eu só fico lá beijado os seus pés.

A ideia é como é que eu encontro alguém que é esse bom amigo, essa boa amiga, que é meio parecido comigo, que sabe alguma coisa mais do que eu, e que pode me apontar o caminho.

Assim como… se eu vou entrar numa mata ou subir uma montanha que eu nunca fui, eu posso Leia o resto deste artigo »