Ajahn Mudito

O que fazer para melhorar o mundo?

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. . . melhore a si mesmo!

O mundo é uma expressão de nós mesmos, quanto melhor forem os seres humanos, melhor será o mundo. Não conseguimos melhorar a totalidade do mundo, mas cada um pode melhorar a si mesmo.

Num artigo da UOLAjahn Mudito fala-nos do que podemos fazer para melhorar o mundo. Ajahn Mudito acha que não faltam pessoas querendo fazer o bem, mas sim pessoas capacitadas para o fazer. Por exemplo, todos querem proteger o meio ambiente, mas ninguém quer abrir mão do conforto ou prazer dos bens materiais. Todos querem paz, mas ninguém quer abrir mão do prazer e da vaidade em estar certo e ter razão. Todos querem que as pessoas sejam melhores, mas ninguém quer comportar-se corretamente.

Dentro da visão do budismo, ter boa intenção não é suficiente, é preciso desenvolver a capacidade de trazer essa boa intenção à vida. Uma boa pessoa não é aquela que tem boa intenção, mas aquela que além disso, possui todas as as qualidades que tornam essa boa intenção uma realidade. Leia o resto deste artigo »

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Guia de Meditação

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Guia teórico e prático de meditação. Com estes ensinamentos de vários professores qualificados pode começar já a meditar.


Conteúdo:


.: A Meditação Budista :.

Por Ajahn Jayasaro

Introdução

Transcrição:

O Buda disse que nós não experienciamos verdadeira felicidade nas nossas vidas. Nós descobrimos que mesmo que o nosso ambiente material se torne mais confortável ou sintamos algum sucesso nas nossas vidas, isso não funciona realmente, algo parece não estar muito certo, há algum sentimento de falta.

O Buda disse que Leia o resto deste artigo »

Investigue a fundo

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[Áudio-Palestra] Conclusões Precipitadas | Ajahn Mudito

 

Shariputra não acreditou em Buddha

O Venerável Shariputra, um dos discípulos do Buddha, era muito astuto. Uma vez quando o Buddha estava expondo o Dharma virou-se para ele e perguntou: “Shariputra, você acredita nisso? “Shariputra respondeu: “Não, eu não acredito”. O Buddha elogiou a resposta. “Isso é muito bom, Shariputra. Você é uma pessoa dotada de sabedoria. Aquele que é sábio não acredita rapidamente; ele ouve com uma mente aberta e depois pesa a verdade dos factos antes de acreditar ou desacreditar.”

Buddha pede para Upali investigar a fundo o seu ensinamento antes de se tornar seu discípulo

«”O Abençoado esclareceu o Dhamma de várias formas, como se tivesse colocado em pé o que estava de cabeça para baixo, revelasse o que estava escondido, mostrasse o caminho para alguém que estivesse perdido ou segurasse uma lâmpada no escuro para aqueles que possuem visão pudessem ver as formas. Venerável senhor, eu Leia o resto deste artigo »

As 3 marcas da existência: Anicca, Dukkha, Anatta

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“As três características [ou marcas] – impermanência [anicca], sofrimento [dukkha] e não-eu [anatta], são uma clara e sucinta descrição da natureza dos fenómenos condicionados. Quando olhamos, nós vemos que toda a experiência está constantemente mudando que é, portanto, não confiável; e esta experiência surge devido a condições e não de um desejo nosso de que as coisas sejam de um certo jeito. Entretanto, apenas a compreensão dessas três características não é suficiente. É a sabedoria que se adquire ao experienciá-las profundamente que liberta a mente do apego.

O perigo, eu acho, em qualquer tradição espiritual é permanecer no nível filosófico. No Budismo, podemos facilmente nos perder só no pensamento das várias listas – as Quatro Nobres Verdades, o Caminho Óctuplo, os Cinco Obstáculos, os Sete Fatores da Iluminação. É importante seguir essas formulações dos ensinamentos na sua essência e explorar como elas podem servir para a nossa libertação para que estejamos, ao mesmo tempo, conectados e inspirados pela verdadeira mensagem do que o Buda ensinou.” – Joseph Goldstein (via: acessoaoinsight.net)

Palestra sobre as 3 Marcas

Conheça em mais detalhe cada uma das 3 Marcas

 Anicca (Impermanência) Leia o resto deste artigo »

Os 5 Preceitos

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1. Evitar matar ou ferir seres vivos
2. Evitar roubar

3. Evitar a má-conduta sexual
4. Evitar mentir
5. Evitar o álcool e outras drogas intoxicantes

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Trechos do livro “Boas perguntas, Boas respostas” de Bhante Shravasti Dhammika.

Pergunta: Outras religiões derivam suas ideias sobre o que é certo e errado a partir das ordens de seu deus ou deuses. Vocês budistas não acreditam em um deus, então, como vocês sabem o que é certo e o que é errado?
Resposta: Quaisquer pensamentos, discursos ou ações que se baseiem em ganância, ódio e ilusão, e que, portanto, conduzam para longe do Nirvana, são ruins; e quaisquer pensamentos, discursos ou ações que se baseiem em caridade, amor e sabedoria, e que, portanto, ajudam a clarear o caminho rumo ao Nirvana, são bons. Nas religiões centradas em deus, para saber o que é certo ou errado basta seguir o que lhe mandam. Em uma religião centrada no homem, como o Budismo, para saber o que é certo ou errado é necessário desenvolver uma autoconsciência profunda, assim como autocompreensão. A ética fundada na compreensão é sempre mais forte que a ética que se limita a Leia o resto deste artigo »