Mahayana

Sutra do Coração | Canções, recitações e palestras

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O Sutra do Coração é um dos mais importantes e conhecidos sutras do budismo mahāyāna. É reverenciado por muitos budistas como uma explicação perfeita da natureza da realidade. “Forma é vazio, vazio é forma” é a expressão mais conhecida do sutra (para compreender essa afirmação, explore os artigos linkados no final deste post). O Sutra é notável pela sua brevidade, concisão e claridade. Tem esse nome por ser considerado representativo dos ensinamentos básicos dos Sutras da Sabedoria Perfeita (Prajnaparamita), que são muito mais longos.

Confira neste post: O sutra cantado por diferentes artistas – Concerto de banda japonesa (com um sacerdote Zen) – Mantra do sutra – Recitações – Palestras sobre o sutra – Tradução.

Sutra do Coração cantado

por Imee Ooi

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O Zen e as Artes Marciais

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Trechos do livro Zen e Artes Marciais de Taisen Deshimaru.
Tradução de Ana Calazans, publicado originalmente no blog Zen Kung Fu (artigo 1, 2, 3, 4, 5 ) e disponibilizado neste site com permissão da tradutora. A obra completa não tem tradução para português.

Karate, Budo

A Nobre Luta do Guerreiro

O Budo é o caminho do guerreiro; agrega o conjunto das artes marciais japonesas. O Budo aprofundou de maneira direta as relações existentes entre a ética, a religião e a filosofia. Sua relação com o esporte é muito recente. Os textos antigos que tratam do Budo concernem essencialmente à cultura mental e a reflexão sobre a natureza do eu. Quem sou eu?

Em japonês, Do significa o Caminho. Como seguir este caminho? Por qual método se pode obtê-lo? Não se trata somente do aprendizado de uma técnica, de um wasa, e muito menos de Leia o resto deste artigo »

Passage to Buddha [Filme completo-eng]

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Sinopse: Baseado no romance do ex-monge e ativista político Go Eun, HwaOmKyung (também conhecido como Passage to Buddha) é um dos melhores filmes com tema budista que a Coreia do Sul produziu.

O filme conta a história de um menino que chora a morte do seu pai e começa uma busca para encontrar a sua mãe. Uma odisseia espiritual que leva-o a encontrar pessoas estranhas e, eventualmente, a essência do budismo. Na sua caminhada ele encontra um Leia o resto deste artigo »

A Realidade Ilusória | Dokushô Villalba

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“O erro que todos cometemos é considerar que o nosso ponto de vista estreito, pequeno, insignificante é a realidade universal, é a Verdade! Em vez de reconhecermos que é uma pequeníssima percepção de algo tão vasto, enorme e misterioso, que é a existência.” – Dokushô Villalba

Budismo, Realidade Ilusória

O texto que se segue é uma transcrição quase integral da palestra de Dokushô Villalba, intitulada de Maya, la Realidad Ilusoria. Confira no final do post o vídeo do Youtube com a palestra integral.

Maya é uma palavra da língua sânscrita e significa ilusão. É utilizada para nos referirmos à natureza ilusória da realidade.

Esta realidade é ilusória, mas não significa que exista outra realidade que não seja. Tudo o que possamos perceber com os sentidos, tudo o que possamos pensar, categorizar é Maya, é ilusório. Porquê? Porque os nossos orgãos sensoriais são condicionados e limitados. Por exemplo, nós não vemos os ultravioletas nem infravermelhos, vemos apenas uma parte muito pequena do espectro eletromagnético. Vemos apenas uma pequena parte da realidade, e ao tomarmos a realidade como tal, então caímos numa ilusão.

É a mesma ilusão que experimentavam os personagens do Leia o resto deste artigo »

O inferno somos nós, do ódio à cultura de paz | Monja Coen e Leandro Karnal

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Monja Coen é uma das mais conhecidas divulgadoras do budismo no Brasil. Leandro Karnal é historiador e está entre os pensadores mais conhecidos do Brasil. Coen e Karnal juntaram-se para escreverem o livro O inferno somos nós: do ódio à cultura de paz.

Como transformar uma cultura de violência numa cultura de paz? Essa indagação é a mote do livro, e é assim que começa a apresentação da obra na palestra do vídeo partilhado.

A Monja Coen diz-nos que não é que nós não vamos sentir raiva, é natural do ser humano ficar enraivecido por coisas que nos parecem impróprias. Mas o que nós fazemos com isso? Como é que nós dialogamos? Como é que nós somos capazes de criar condições de transformação sem ser pelo grito?

Coen enfatiza a importância de Leia o resto deste artigo »

[Filme] Da Tang Xuan Zang

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Sinopse: Durante a era da Dinastia Tang de “Zhen Guan” (nome da era durante o governo do imperador Taizong), o jovem monge Xuan Zang, na sua busca por conhecimento budista, embarcou numa viagem à Índia, cheia de riscos e perigos. Ele encontra desastres naturais e vê os sofrimentos das pessoas comuns. Soldados atravessam o seu caminho, o seu discípulo trai-o, ele enfrenta os desertos, fica sem comida e água, tudo na busca pelos ensinamentos de Buda. Ele finalmente chega à Índia e estuda o budismo seriamente. Quando retorna para a China já tem 50 anos.

Este premiado filme é uma biografia de Xuan Zang, que teve um papel importante no Leia o resto deste artigo »

Cheng Yen, a monja que criou uma das maiores organizações humanitárias do mundo

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“A beleza das pessoas está nas suas virtudes; é exibida através das suas boas acções, boas palavras e bom coração.” – Cheng Yen

A Mestra do Dharma Cheng Yen não é um nome muito conhecido no ocidente, porém, o impacto que a monja teve e tem no mundo é grande.

Fundadora da maior organização budista humanitária
Créditos: tafe.com

Cheng Yen é a fundadora da Fundação Tzu Chi, a maior organização budista humanitária, e uma das maiores do mundo. A fundação está envolvida em várias obras de caridade, ajuda humanitária em desastres naturais, protecção e preservação ambiental, cultura, educação e medicina. Recentemente, a Tzu Chi chegou mesmo a contribuir com ajuda para as vítimas dos incêndios ocorridos em Portugal no verão de 2017.

Quem é a Cheng Yen?

Cheng Yen nasceu no ano 1937 em Qingshui, uma pequena cidade em Taiwan. Aos 7 anos testemunhou os Leia o resto deste artigo »

Seja belo(a), seja você mesmo(a)

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Entrevista a Thich Nhat Hanh, por Andrea Miller, in Lion’s Roar. Ver Artigo Original.
Publicado no Olhar Budista com  a permissão da Parallax Press, divisão editorial da Comunidade Plum Village de Budismo Engajado, www.parallax.org.
Tradução de Bianca Cervo Pagnon.

É muito doloroso quando alguém que amamos passa por dificuldades sérias, como doença mental, estresse pós-traumático ou vício. Às vezes parece que os problemas dessa pessoa são tão grandes que nós não podemos realmente ajudar, dessa forma, nós podemos querer nos afastar dela e de seus problemas. Outras vezes, nós tentamos ajudar e acabamos consumidos pelas batalhas da outra pessoa. O que podemos fazer para ajudar nessas situações difíceis sem acabarmos sobrecarregados?

Quando você se sente sobrecarregado, você está se esforçando demais. Esse tipo de energia não ajuda nem a outra pessoa nem a você mesmo. Você não deve se apressar para ajudar logo de cara. Existem duas coisas: Leia o resto deste artigo »

Budismo e Sexo

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4 textos relacionados com o budismo e a sexualidade.

Budismo, Sexo, Sexualidade, Amor

1. A Ética Sexual Budista

Autor: Winton Higgins
Tradução: Marcos A. Piani
Palestra proferida no Unibuds, Queer Dharma
The Macquarie University Buddhist Society

As tradições religiosas nos ajudam a encontrar orientações básicas em muitos aspectos das nossas vidas. Aspecto dos mais importantes de nossa existência é a maneira como nos relacionamos com os outros. Entre outras coisas, as religiões em geral tem muito a dizer sobre a ética sexual. Que ética sexual é defendida pelo Budismo? Nessa área, sua tradição é Leia o resto deste artigo »

A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen e a Sabedoria Transcendental

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arqueiro-arco-flechaIntrodução de D. T. Suzuki, ao livro “A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen” de Herrigel Eugen. Editora Pensamento, Edição 987.

O que nos surpreende na prática do tiro com arco e na de outras artes que se cultivam no Japão (e provavelmente também em outros países do Extremo Oriente) é que não tem como objetivo nem resultados práticos, nem o aprimoramento do prazer estético, mas exercitar a consciência, com a finalidade de fazê-la atingir a realidade última. A meta do arqueiro não é apenas atingir o alvo; a espada não é empunhada para derrotar o adversário; o dançarino não dança unicamente com a finalidade de executar movimentos harmoniosos. O que eles pretendem, antes de tudo, é harmonizar o consciente com o inconsciente.

Para ser um autêntico arqueiro, o domínio técnico é insuficiente, E necessário transcendê-lo, de tal maneira que ele se converta numa arte sem arte, emanada do inconsciente.

No tiro com arco, arqueiro e alvo deixam de ser entidades opostas, mas uma única e mesma realidade. O arqueiro não está Leia o resto deste artigo »