A prostração é uma forma de manifestar humildade, respeito e gratidão pelos ensinamentos, pelo Buda, pelos mestres e até por outros seres. É um meio hábil para a prática. A prostração pode ser feita ao entrar num templo, para um mestre e em diversas situações e práticas. Através destes vídeos fique a conhecer o significado e como são feitas as prostrações em várias tradições budistas. São apenas alguns exemplos, existem muitas escolas budistas e diferentes formas de prostrações, mas no geral não variam muito entre si.
Budismo Theravada
Budismo Chan
Budismo Zen
Budismo Vajrayana (tibetano)
A forma como se pratica a prostração pode variar de escola para escola budista, o mestre zen Genshô Sensei afirmar que: “Qualquer pessoa que vá até o Hattô (templo) e faça prostrações para a estátua de Buda é um herege e ignorante, não fazemos prostrações para a estátua de Buda. A estátua é de gesso, pedra ou madeira e Buda foi um homem como nós. Fazemos prostrações para acabar com nosso orgulho de não sermos capazes de ajoelhar, o fazemos para agradecer o Dharma que nos foi transmitido com o esforço de muitos mestres da linhagem a começar por Shakyamuni Buda.”*
A prostração ou vénia não é um culto ao Buda ou à pessoa (monge, monja, etc), é uma forma de mostrar respeito e gratidão, principalmente pelo que representam. É importante que seja feita com intenção correta, com a mente de bondade (mettā). Sem intenção correta, o gesto é apenas formalidade; com intenção correta, fortalece a humildade, gratidão e inspiração para a própria prática.
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